Trabalhadores decidem pela greve

Servidores de diversas unidades da Fhemig se reuniram na última segunda-feira (21/10) na expectativa de terem os seus anseios atendidos, mas saíram mais uma vez frustrados e revoltados com tanta enrolação. Depois de ouvir a péssima resposta do governo para a pauta apresentada pela ASTHEMG, os trabalhadores da Fhemig decidiram iniciar greve no dia 4 de novembro.


A maior expectativa do dia girava em torno da liberação das 30 horas e da incorporação da gratificação complementar ao salário base. Sobre as 30 horas, o governo anunciou que tem 40 vagas disponíveis para Técnico Operacional de Saúde (TOS) e Analista Gestão e Assistência à Saúde (Agas).  Para TOS, será autorizada a redução de carga horária apenas para os técnicos em eletrônica. No caso dos Agas, será liberado para farmacêutico e nutricionista. Os demais terão de aguardar a criação de cargos ou realização de novo concurso.


Já a incorporação da gratificação complementar não houve nenhuma resposta. O governo disse que há uma pretensão de fazer a incorporação, mas não previsão de quando isso vai acontecer.


Por causa disso, os trabalhadores decidiram que, a partir de novembro, cruzarão os braços até terem suas demandas atendidas.


Outras respostas


Promoções - Recentemente foi publicada uma lista de promoções por tempo de serviço, benefício que estava atrasa há dois anos. Segundo o governo uma nova lista será publicada em breve, também com as promoções por escolaridade adicional. Além disso, foi feita uma listagem para incluir os pagamentos automaticamente no sistema.  


Pagamento de retroativos - O retroativo de Gratificação por Risco à saúde já foram inclusos automaticamente na folha. E de acordo com o governo, não há registro de atraso no pagamento do retroativo do Abono Emergência. Então, quem ainda não recebeu o retroativo do Abono Emergência deve procurar a ASTHEMG e dar o nome para ser entregue à Fhemig para regularizar o pagamento.



 


 

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